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sábado, 1 de junho de 2019

ATENTADO A BOMBA EM WALL STREET - 1920

Devido a sua política intervencionista militarista em quase todo o globo, já algum tempo que os Estados Unidos são  alvo de ataques terroristas.
Um dos primeiros ataques no país ocorreu em 1920, em um dos maiores símbolos do capitalismo norte americano: o centro  de Wall Street, por volta da hora do almoço de 16 de  de setembro de 1920, um homem passou pela rua guiando uma carroça,
ele parou a carroça na frente de um prédio oficial na famosa rua do distrito financeiro, descarregou uma grande carga e sumiu na multidão.
Em alguns minutos, o pacote explodiu, matando 30 pessoas na hora (mais 8 posteriormente pelos ferimentos), e ferindo mais de 300. 
Por se tratar do primeiro episódio do gênero, ninguém usou a palavra terrorismo para descrever o que aconteceu.
Em sua pressa de reabrir a bolsa de valores de Nova York no dia seguinte á explosão, autoridades municipais eliminaram evidencias que poderiam ter levado a identificação dos criminosos.
As provas do crime foram destruídas pelas equipes de limpeza de Nova York, e o culpado nunca foi descoberto. 
Ninguém assumiu a autoria do atentado.
Teorias foram levantadas culpando grupos Anarquistas italianos, comunistas bolcheviques e imigrantes em geral.

Fonte: https://www.fbi.gov/history/famous-cases/wall-street-bombing-1920

Fonte:https://www.washingtonpost.com/news/retropolis/wp/2018/03/20/a-century-before-austins-explosions-a-deadly-wall-street-bombing-was-never-solved/?utm_term=.187413e6becf

Fonte: http://www.slate.com/blogs/atlas_obscura/2014/09/16/the_1920_wall_st_bombing_a_terrorist_attack_on_new_york.html
Imagens: Internet
















quarta-feira, 28 de março de 2018

CAIXÕES SUSPENSOS DE SAGADA - FILIPINAS

Nas Filipinas, é costume da tribo Igorot, pendurar os caixões de seus mortos nas paredes de um imenso penhasco. Segundo a crença do lugar, além de manter o corpo dos mortos em segurança, a altura do lugar garante que as almas fiquem mais perto de seus ancestrais.   Muitos dos caixões ali estão lá há mais de 100 anos. Os mais antigos são substituídos. Detalhe, os locais não medem o corpo, caso seja maior, seus ossos são quebrados para que caibam no caixão. Muitos cadáveres são colocados em posição fetal nos caixões. Também existe a ideia de que o morto irá para o plano espiritual do jeito que estava na barriga da mãe antes de nascer.





quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

BOCETA

A palavra vem do português antigo, e seu significado é pequena caixa de madeira ou caixinha, onde se guardavam pertences. Sua origem é do latim (buxum).







 

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Trono de alexandre III da Rússia

Czar russo (1883-1894) nascido em São Petersburgo, conhecido como o czar camponês, assim chamado por seu caráter simples e doméstico. Segundo filho do czar Alexandre II, sucedeu ao pai após seu assassinato (1881), porém com medo de ser também assassinado só aceitou ser coroado dois anos após. Casou-se (1866) com a princesa dinamarquesa Dagmar, que, após se converter ao catolicismo ortodoxo russo, adotou o nome de Maria Fedorovna. Juntos tiveram cinco filhos: Nicolau (1868), último czar da Rússia, George (1871), Xenia (1874), Miguel (1878) e Olga (1882). Na política externa aliou-se a França (1884) contra a Alemanha e a Áustria e internamente manteve uma autoridade autocrática e antiliberal, suprimiu as liberdades dos países bálticos e da Finlândia, perseguiu os judeus e favoreceu a Igreja Ortodoxa Russa. No plano econômico favoreceu a expansão da grande indústria o que modificou profundamente o tecido social do país e propiciou o crescimento de um proletariado urbano que logo se tornou motivo contextual para o desenvolvimento da propaganda socialista. O czar camponês morreu de doença renal, em Livadia, Criméia.




segunda-feira, 27 de junho de 2016

Uniformes militares usados na guerra do Paraguai


O exercito brasileiro, que ate a guerra do Paraguai (1864-1870), ainda não tinha se solidificado como força de defesa do país, não era o melhor exemplo de organização no quesito "fardamento", o leitor  vai notar nas imagens as diferenças entre os uniformes. Alguns com muito uniforme, e outros até com menos do que o necessário, como as botas, as cores eram padrão, mas não se obedecia um padrão para todos, conforme a região do país que o soldado viesse, o uniforme era diferente em algo. Essas imagens,Integram a coleção do Arquivo Histórico 228 aquarelas de autoria de José Wasth Rodrigues (1891-1957), retratando os uniformes militares utilizados no Brasil. Essas aquarelas foram publicadas no livro "Uniformes do Exército Brasileiro", elaborado em co-autoria com Gustavo Barroso, obra comemorativa do Centenário da Independência do Brasil, edição especial do Ministério da Guerra, Rio de Janeiro, 1922.

Foto: Rômulo Fialdini/Livro MHN/Banco Safra







Almirante Barroso







  Fonte: Museu Histórico Nacional



 

Forte Orange ou Forte de Santa Cruz de Itamaracá - PE



Construído em 1631 pelos holandeses, que invadiram Pernambuco em busca da riqueza promovida pela atividade mercantil da cana-de-açúcar, o Forte Orange se configura como um dos marcos do sistema de defesa do litoral brasileiro.
Em 1654, após a derrota dos holandeses pela Coroa portuguesa, o local foi abandonado, ficando em ruínas. 

Após a capitulação holandesa em Recife (1654), o forte ficou abandonado e subsequentemente ocupado pelas forças portuguesas sob o comando do Coronel Francisco de Figueiroa (GARRIDO, 1940:62).

No ano de 1696 foi recuperado pelos portugueses retomando sua função militar. 
Apesar de sofrer reparos nos anos de 1696 - quando sua guarnição se compunha de um Sargento-mor, um Capitão, um Tenente, um Sargento, um Condestável, e duas companhias dos Terços do Recife, estando artilhado com vinte e cinco peças dos calibres de 20 a 12 (GARRIDO, 1940:62) -,e de 1777, em 1800, abandonado, encontrava-se em ruínas. 

Nova restauração foi providenciada em 1817, ano em que foi ocupado pelas forças do padre Tenório, no contexto da Revolução Pernambucana (1817). SOUZA (1885), à época (1885), atribuiu-lhe vinte e três peças, apontando-lhe a ruína (op. cit., p. 81).
    
A fortaleza foi tombada pelo Iphan em 1938. Passou pela primeira grande reforma em 1970. A restauração foi fundamentada por pesquisas arqueológicas, históricas e arquitetônicas resultando na atual configuração.

























Fonte:  http://fortalezas.org/?ct=fortaleza&id_fortaleza=327 
Fonte : http://www.funceb.org.br/images/revista/_REV_FUNCEB_5o3b.pdf
Fonte : Fortificações do Brasil, Garrido 
Imagens : Internet - pinterest.com -  g1.globo.com - google.com.br

domingo, 26 de junho de 2016

Forte São Luiz - Niteroi - RJ


A 230 metros de altura, no morro do Pico, com entrada pelo Forte Barão do Rio Branco, estão plantadas as ruínas do conjunto arquitetônico que, no século XVIII, abrigou as fortificações do Pico ou São Luiz.

 Uma curiosidade sobre seu portal é que foi todo construído em Portugal e as pedras foram enviadas para o Brasil em navios, todas numeradas para a montagem do quebra-cabeças na fortificação.


Em 1715, dá-se início à construção do Forte do Pico, que tem suas instalações inspecionadas, em 1762, pelo Marquês do Lavradio, considerando-se o Forte em condições de funcionamento em 1770.

Em 1775 é fundado, sob ordem do mesmo marquês, o Forte de São Luiz, que tem sobre o portão de entrada, o seguinte dístico: "Josepho I. Imperante, Fidel.mo Portugaliae Rege, Provident.mo Príncipe, Arx Haec, Divo Aloisio Sacrata. Fundata est. 1775".Em 1891, na mesma época da desativação das fortificações brasileiras, os dois fortes são ligados, passando a constituir um único conjunto, hoje denominado Forte do Pico ou de São Luiz, indiferentemente. 

Essa fortificação, dada sua altura e localização, protegia a entrada da barra, toda a Baía de Guanabara e a Fortaleza de Santa Cruz de possíveis ataques. 

Sua ação militar mais conhecida, entretanto, ocorre já na República, por ocasião de rebelião liberada pelo 2º Sargento Silvério Macedo, em 1º de Janeiro de 1892, com o objetivo de restituir o governo a Deodoro da Fonseca. 

As tropas rebeladas tomam a Fortaleza de Santa Cruz, libertam os prisioneiros, tomam posse dos canhões e de todo o armamento e prendem os oficiais, passando a atirar contra a Fortaleza de Laje.

Do Forte do Pico saem dois batalhões que dominam os revoltosos, já bombardeados, por mar, pelos navios comandados pelo próprio Ministro da Marinha, Almirante Custódio de Melo. Mais tarde, este Almirante lidera a Revolta da Armada, sendo derrotado exatamente pelas tropas da Fortaleza de Santa Cruz e Forte do Pico, que se mantiveram fiéis ao governo republicano de Floriano Peixoto.

Em 1918, sendo Presidente da República Wenceslau Braz, foi concluída a construção de outra fortificação, na parte mais elevada do morro, contando com modernos e eficientes obuseiros de 280 milímetros, importados da Alemanha, mas considerados, já em 1965, obsoletos, tendo sido o Forte desativado.



 
                             

                                       A entrada para o forte de São Luiz é feita
                                          pelo forte do Barão do Rio Branco


 
 




 













 





Fonte: Fortificações do Brasil, Garrido
Fonte: http://fortalezas.org/?ct=fortaleza&id_fortaleza=273&muda_idioma=PT
Fonte:  http://fortesdeniteroi.blogspot.com.br/2010/09/fortes-sao-luiz-e-do-pico.html
Imagens: internet
Imagens: http://www.panoramio.com/user/182906/tags/Niter%C3%B3i?photo_page=1