sábado, 3 de março de 2018

CRANIO TIBETANO



Há coisas  fascinantes em nosso planeta. O Crânio esculpido tibetano é um daqueles itens fascinantes com uma história incompreensível que oferece uma visão das culturas e tradições antigas há centenas de anos. Além de vários símbolos que se acredita que retratam antigas deidades, um misterioso roteiro antigo é gravado no crânio.

O misterioso crânio foi descoberto por acaso em uma loja de antiguidades em Viena, Áustria. Depois de ser analisado e estudado por vários especialistas e organizações, o crânio criou um debate fascinante, já que ninguém parecia ter ouvido falar de um crânio como este.

Sabe-se que as capas de crânio são amplamente conhecidas por serem esculpidas no Tibete, no Nepal e na Índia, no entanto, as gravuras completas do crânio humano não são tão amplamente praticadas.

A única pessoa que parece saber mais sobre isso é um professor tibetano de Khenpo –Monk (não foi possível descobrir o nome do professor) que afirma que crânios semelhantes foram esculpidos na antiguidade para tirar  “maldição” de uma família, ou para “guiar” a alma de um humano que se perdeu para o caminho certo.

Informações adicionais sobre o crânio e tais práticas são muito limitadas.

O crânio fascinante foi vendido em uma casa de leilões por um homem que afirma obtê-lo de um de seus antepassados ​​que era médico em Viena, na Áustria. O médico - que viajam para o exterior - disse ter praticado medicina em um mosteiro budista onde recebeu o crânio como recompensa por seu serviço. A partir do que os especialistas conseguiram distinguir  esqueletos de dança retratados na testa que se acredita que simbolizam os protetores do Dharma, os guardiões mestres de Buda.

Além dos esqueletos dançantes, o crânio misterioso apresenta uma criatura parecida com um pássaro no lado que se acredita representar Garuda, um protetor.  De acordo com especialistas, o lado esquerdo do crânio enigmático descreve Vajra Pani, um protetor amoroso e cruel. A parte superior do crânio tem uma cruz de Vajra dupla esculpida que representa a Família de Buda.

O crânio intrincado também tem um símbolo de quatro cabeças de cabra saindo de uma plataforma de três passos no lado esquerdo. Além das diferentes representações no crânio, também há esculturas em um antigo sistema de escrita que se acredita ser chamado de "lant'sa".





Fonte primária:
https://www.ancient-code.com/mystery-behind-ancient-tibetan-carved-skull/
Imagens: Internet

quinta-feira, 1 de março de 2018

CARRUAGENS PUXADAS POR ZEBRAS

 Lorde William Rothschild (1868 – 1937) tinha um famoso time de zebras provando que elas podem sim ser domesticadas, e assim como os cavalos serem atrelados a carruagens. Walter dedicou sua vida ao estudo da zoologia e tinha uma enorme coleção particular que posteriormente foi doada ao Natural History Museum at Tring na Inglaterra, fundado por ele mesmo.

 


quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

HELICÓPTERO NAZISTA


Em plena segunda guerra os alemães ja detinham a tecnologia do voo com Helicóptero, mas ainda em fase de testes.  Modelo Flettner FI 282 (Colibri), com assento único e produzido por Anton Flettner na Alemanha duante a guerra. O áudio está em alemão.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Carnaval

 CARNAVAL 

O carnaval é a festa popular mais celebrada no Brasil e que, ao longo do tempo, tornou-se elemento da cultura nacional. Porém, o carnaval não é uma invenção brasileira nem tampouco realizado apenas neste país. A História do Carnaval remonta à Antiguidade, tanto na Mesopotâmia quanto na Grécia e em Roma.
A palavra carnaval é originária do latim, carnis levale, cujo significado é retirar a carne. O significado está relacionado com o jejum que deveria ser realizado durante a quaresma e também com o controle dos prazeres mundanos. Isso demonstra uma tentativa da Igreja Católica de enquadrar uma festa pagã.
Lembrando que a História do Carnaval é mais antiga ainda.

 

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

A SABINADA 1837 A 1838



Do ponto de vista histórico, a cidade de Salvador sempre fora palco de importantes rebeliões que iam contra as imposições oficiais.  

A Sabinada ocorreu no estado da Bahia e foi uma revolta realizada pelos militares e pelos integrantes da classe média como profissionais liberais, comerciantes e funcionários públicos. São muitas as causas dessa revolta. Uma delas é o grande descontentamento com as imposições que vinham de Portugal. Nessa época, a exemplo, os governantes de Províncias eram nomeados por Portugal, não havia uma eleição para a escolha dos governantes e isso acabava prejudicando a população local. Outro motivo eram os altos impostos que também eram cobrados pelo governo regencial. 

O então regente Diogo Antônio Feijó renuncia ao seu cargo e isso aumentou ainda mais a frágil estabilidade no Brasil e, principalmente, na Bahia. O motivo alegado de sua renúncia foi o fato de não conseguir controlar as revoltas que estavam ocorrendo no Brasil. O estopim da Sabinada aconteceu quando foi estabelecido pelo governo regencial o recrutamento militar obrigatório para combater outra revolta que estava ocorrendo no sul do Brasil: a denominada Guerra dos Farrapos. Esse decreto causou grande revolta na população e, aproveitando essa reação, o médico e jornalista Francisco Sabino Vieira inicia o movimento que acabou levando seu nome. 

Ainda na madrugada do dia 6 de novembro para o dia 7 do mesmo mês do ano de 1837, o líder Francisco Sabino e seus seguidores acabaram proclamando a “República Bahiense” que seria uma república provisória, somente existiria até que o herdeiro do trono, Pedro de Alcântara, atingisse a maioridade. Os revoltosos conseguiram o apoio de vários integrantes do exército e foram para as ruas, tomando diversos quartéis como o Forte de São Pedro. O governo imperial tentou acabar com a revolta, mas os soldados enviados acabaram passando para o lado dos revoltosos. Outro edifício que também foi ocupado foi a Câmara Municipal onde foi assinada a primeira ata da nova república e que tinha mais de cem assinaturas, tendo Daniel Gomes de Freitas nomeado Ministro da Guerra.

A repressão acabou acabando com a revolta, com Salvador retomada. Houve cerca de 2 mil mortes, entre revoltos e membros que combateram ao lado do governo, mais de 3 mil pessoas foram presas. Assim, em março de 1838, a rebelião chegava ao fim.


Referencias: DEL PRIORE, Mary, VENANCIO, Renato. Uma Breve História do Brasil. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2010.

FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 1996.
Imagem: Internet