sábado, 12 de agosto de 2017

CRUZ GAMADA OU CRUZ SUÁSTICA


Suástica é um símbolo místico que originalmente representa a busca pela felicidade, salvação e boa sorte.  Em algumas culturas a suástica representa o conceito do movimento cíclico e de regeneração da vida.

Também conhecida como cruz Suástica ou cruz Gamada, este símbolo está presente na história de diferentes culturas antigas, como dos Astecas, dos Celtas, dos Budistas, dos Gregos, dos Hindus, Japoneses,  entre outros.
A Suástica é formada por uma cruz com as suas extremidades curvadas e posicionada em torno de um centro estático. 

Existem diferentes estilos de Suásticas, dependendo da cultura em que era utilizada, mas, fundamentalmente, todas possuem a mesma estrutura em formato de cruz com as pontas partidas.

Essencialmente, existem dois tipos principais de Suásticas: com os braços apontados para a direita e com os braços para a esquerda.

Atualmente, devido as atrocidades cometidas pelo Nazismo durante a Segunda Guerra Mundial, a cruz suástica ganhou um significado negativo, pois representa a memória dos atos desumanos praticados pelos membros do III Reich.
  
Em alguns países, por exemplo, o uso da suástica é proibido. No Brasil, o indivíduo que utilizar a cruz suástica como uma apologia aos ideais nazistas pode ser punido com até 5 anos de prisão.

                                 Bandeira do Partido Nazista alemão com a suástica





Grécia:Antigo capacete macedônio com suásticas marcadas, encontrado em Herculano, 350 a.C a 325 a.C.
                 Suástica no brinco da deusa Athena – Museu Arqueológico de Olímpia, Grécia


                                                    Suásticas na cultura grega antiga

 Duas suásticas dispostas em sentidos contrários sobre um antigo cântaro grego – Attica, 780 a.C.





Vaso do Museu Nacional de Arqueologia da Grécia



      Peru da civilização Sican/Lambayeque, no Peru, que floresceu entre 750 d.C. e 1375 d.C.

                                           Hong Kong:Estátua de Buda – Ilha de Lantau, Hong Kong

      Etiópia:O símbolo suástica na janela de uma igreja talhada em uma rocha – Lalibela, Etiópia

                             Espanha:Antigos mosaicos romanos na Villa Romana La Olmeda


                              Israel:Suástica feita em mosaico em uma igreja bizantina escavada


           Tunísia:Suástica em um mosaico romano datado do século II d.C. em Sousse, Tunísia


 Irã:Colar dourado com antigas suásticas encontrado em Marlik, um local antigo perto de Rudbar, Irã


                                         Bulgária:Resort Sunny Beach – Nesebar, Bulgária

 
                                       Dinamarca:Elefante na Torre da Carlsberg – Dinamarca


                                                  Coreia:Suástica em um templo na Coreia


                   Vietnã:Símbolo pertencente à decoração de antigo templo no Vietnã (Nha Trang)


                                                        Moedas alemãs com a suástica



                                                          Tocador de rua, India

                                                                     Placas americanas



                                             Igreja Imaculada Concepcion - México



                                     Pequeno chaveiro de aproximadamente 4 X 4 cmts


Time de Hockey em 1922 USA

     Equipe feminina de hóquei Swastikas Edmonton, de Edmonton, no Canadá, por volta de 1916.


                                                   India, local e data incertos

                                               Bandeira do Partido Nazista alemão

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Trono de alexandre III da Rússia

Czar russo (1883-1894) nascido em São Petersburgo, conhecido como o czar camponês, assim chamado por seu caráter simples e doméstico. Segundo filho do czar Alexandre II, sucedeu ao pai após seu assassinato (1881), porém com medo de ser também assassinado só aceitou ser coroado dois anos após. Casou-se (1866) com a princesa dinamarquesa Dagmar, que, após se converter ao catolicismo ortodoxo russo, adotou o nome de Maria Fedorovna. Juntos tiveram cinco filhos: Nicolau (1868), último czar da Rússia, George (1871), Xenia (1874), Miguel (1878) e Olga (1882). Na política externa aliou-se a França (1884) contra a Alemanha e a Áustria e internamente manteve uma autoridade autocrática e antiliberal, suprimiu as liberdades dos países bálticos e da Finlândia, perseguiu os judeus e favoreceu a Igreja Ortodoxa Russa. No plano econômico favoreceu a expansão da grande indústria o que modificou profundamente o tecido social do país e propiciou o crescimento de um proletariado urbano que logo se tornou motivo contextual para o desenvolvimento da propaganda socialista. O czar camponês morreu de doença renal, em Livadia, Criméia.




Museu da Bruxaria e da Feitiçaria da Islandia

O Museu da bruxaria e da feitiçaria da Islândia encontra-se numa pequena cidade chamada Hólmavík.
O conteúdo deste peculiar museu abrange desde as origens da mitologia escandinava até ao final do século XVII, incluindo grimórios com feitiços para roubar leite de cabra ou para se tornar invisível, peças relativas à queima de bruxas, madeiras esculpidas com runas, crânios de animais , esqueletos humanos, etc.
A peça mais famosa é a chamada necropants, que consiste em umas calças confeccionados com a pele seca do corpo de um homem da cintura para baixo. Era suposto que quem era capaz de usar uma roupa tão horrível se tornava rico.
São muito populares uns símbolos mágicos ancestrais do tipo rúnico, recolhidos em vários grimórios do século XVII e posteriores. Os camponeses usavam-nos para conjurar os elementos, obter amor ou boas colheitas e proteger-se dos espíritos.
Durante o século XVII, houve uma grande caça aos feiticeiros na Islândia. E digo bruxos e não bruxas porque, ao contrário do que aconteceu nos outros países, noventa e cinco por cento das vítimas da perseguição foram homens. Alguns autores afirmam que houve na ilha mais mortes por esta causa do que na Rússia, Irlanda e Espanha juntas.
 
Fonte e fotos: Futuropasado.Com.











LARÁRIO


Larário...

O larário era um pequeno altar sagrado da antiga moradia romana (Domus), onde as oferendas e orações eram feitas aos deuses ou espíritos guardiões do lar (lares). Nas casas dos patrícios, o larário situava-se geralmente no átrio (pátio principal das casas romanas).

Nas casas mais humildes, que não dispunham de átrio, o larário era mais frequentemente na cozinha, perto do fogo central. Nas habitações, também poderia haver mais de um larário, tanto nos quartos interiores, como no exterior da mesma.

As formas do larário variavam em função das casas, podendo ser revestidas de mármore esculpido, chegando a parecer um pequeno templo em miniatura, enquanto em outras casas, poderia ser simplesmente um compartimento de madeira ou uma prateleira na parede, mas sempre devia ter estatuetas dos espíritos protetores da família (lares).

No Larário faziam-se oferendas aos antepassados, e cada família tinha os seus deuses específicos a quem lhes devia fazer ritos diários e várias oferendas. Se estas oferendas não fossem feitas, os donos da casa sofreriam várias desgraças, segundo as suas crenças. Nele também se guardavam várias relíquias da família.

Por Reis González

















quinta-feira, 10 de agosto de 2017

FAROL DA BARRA - SALVADOR BAHIA














O Forte de Santo Antônio da Barra localiza-se na ponta do Padrão (atual Largo do Farol da Barra), em Salvador, estado da Bahia, no Brasil. Endereço antigo: 206, R. do Gavaza, 24 - Barra, Salvador- Telefones: (071)3264 3296 / 3331 8039

No local, que domina a entrada da barra de Salvador, diante do qual Gonçalo Coelho teria fundeado, aquele navegador fez erguer um padrão de posse para a Coroa Portuguesa, a 1 de novembro de 1501: conforme o calendário católico então adotado, era dia de (Dia de Todos-os-Santos).

a 5 de maiode 1668, o forte foi reedificado a partir de 1696, durante o Governo Geral de João de Lencastre (1694-1702), quando recebeu um farol – um torreão quadrangular encimado por uma lanterna de bronze envidraçada, alimentada a óleo de baleia -, o primeiro do Brasil e o mais antigo do Continente (1698), quando passou a ser chamado de Vigia da Barra ou deFarol da Barra.
O capitão Santo Antônio de Lisboa

Em 1705 o Senado da Câmara de Salvador solicitou ao Governador-geral D. Rodrigo da Costa (1702-1705), que Santo Antônio de Lisboa sentasse praça nesta fortificação, no posto de Capitão (BARRETTO, 1958:170-171). A proposta foi aceite, tendo o Governador-geral expedito ordem, a 16 de Julho do mesmo ano, ao Provedor-mor da Fazenda Real doEstado do Brasil, para que o santo assentasse praça no posto de Capitão-intertenido, com o soldo sendo pago ao síndico do Convento de São Francisco, o que foi aprovado pela Coroa por Alvará de 7 de Abril de 1707. Posteriormente, pelos Decretos de 13 de Setembro de 1810 e de 25 de Novembro de 1814, o soberano promoveu o santo aos postos de Major e de Tenente-coronel, respectivamente.
O século XVIII

O forte apresentava ruína em 1752 e sofreu reformas em 1756 (SOUZA, 1983:171). BARRETTO (1958) dá-o como guarnecido por um Capitão comandante, um Sargento artilheiro, dois Tambores e oito Soldados artilheiros, artilhado com oito peças de bronze (duas de calibre 24, quatro de 16 e duas de 12) e dezessete de ferro (oito de calibre 36 e nove de 8) (op. cit., p. 170), acredita-se que para esse meado do século XVIII. A iconografia de José Antônio Caldas (Planta e fachada do forte de S. Antonio da Barra. in: Cartas topográficas contem as plantas e prospectos das fortalezas que defendem a cidade da Bahia de Todos os Santos e seu reconcavo por mar e terra, c. 1764. Arquivo Histórico Ultramarino,Lisboa), exibe a planta atual, de autoria do Engenheiro João Coutinho, atribuída ao ano de 1772, quando recebeu o formato de um polígono decagonal irregular, com seis ângulos salientes e quatro reentrantes, com parapeitos à barbeta. O terrapleno, acessado por um túnel emrampa que termina em escadaria, abriga edificações de um pavimento compreendendo as dependências de serviço (Casa de Comando,Quartel da Tropa, Cozinha, Casa da Palamenta, e outras), e cisterna abobadada. Nele estava situada ainda a torre do farol, de seção cilindrica. A construção é em alvenaria de pedra gnaisse, extraída do próprio local, e a portada é em cantaria de arenito.

Encontra-se representado numa iconografia de Carlos Julião, sob o nome de 9. Forte de S. A. da Barra (Elevaçam e fasada que mostra em prospeto pela marinha, a cidade de Salvador, Bahia de todos os Santos, 1779. Gabinete de Estudos Arqueológicos de Engenharia Militar, Lisboa), ilustrada com os desenhos de trajes típicos femininos.
O século XIX

Em 1809 contava com dezesseis peças, de calibres de 48 a 24 (SOUZA, 1885:92). Acredita-se que o autor tenha se baseado no “Parecer sobre a fortificação da Capital“, do Brigadeiro José Gonçalves Leão, presidente da Junta encarregada pelo Governador da Bahia, em 1809, de propor as obras necessárias para a defesa da península e do recôncavo (in: ACCIOLI. Memórias Históricas da Bahia. Vol. VI. p. 179 e segs). Planta da época, assinala que o forte não dispunha de fosso e nem de ponte levadiça. A Casa de Comando, alteração do século XIX, apresentajanelas com lenço de pedra sob as guarnições.

Durante a Guerra da Independência (1822-1823) esteve em mãos das forças portuguesas sob o comando do Coronel Inácio Luís Madeira de Melo (1775-1833), até à rendição em 1823 (GARRIDO, 1940:85).

À época do Período Regencial, o Decreto de 6 de julho de 1832 determinou a instalação de um farol mais moderno, fabricado na Inglaterra, em substituição ao antigo. Ao término das obras, inauguradas em 2 de dezembro de 1839, o novo equipamento de luz catóptico erguia-se sobre uma torre troncônica de alvenaria, com alcance de dezoito milhas náuticas com tempo claro (PRADO, Roberto Coutinho do (Cap. de Fragata). Faróis Brasileiros. Revista Correio Filatélico. a. 19, set./out. 1995, n° 156. p. 36-40).

Foi visitado em 1859 pelo Imperador D. Pedro II (1840-1889), que registrou em seu diário de viagem:

“28 de Outubro – (…) De tarde fui passear à Barra, (…). Numa ponta da terra que entra pelo mar e sobre o morro, todo verde de relva, contrastando com as pedras próximas, levanta-se o forte de Santo Antônio da Barra dentro do qual está um farol. A torre tem 76 degrausem espiral, e mais dois lanços, um de nove degraus e outro de oito até à base de apoio do aparelho ao qual se chega subindo mais seis degraus. O aparelho compõe-se de 21 espelhos parabólicos de metal branco, sete dos quais são cobertos por vidro vermelho. Dá uma volta em 5 minutos, e consome 34 canadas de azeite doce por mês. (…) A despesa com a limpeza do aparelho é por conta do Arsenal. (…) Não há água perto, e apanham a da chuva dentro de umas pipas que vi dentro do forte.” (PEDRO II, 2003:165-166)

No contexto da Questão Christie (1862-1865), o “Relatório do Estado das Fortalezas da Bahia” ao Presidente da Província, em 3 de agosto de1863, deu-o como inútil para a sua finalidade defensiva, utilizado como farol (ROHAN, 1896:51), citando:

“(…) É esta fortaleza o assento do farol, a favor de cujo serviço perdeu o seu destino próprio, e nem pode prestar simultâneamente com aquele, porque dos abalos e vibrações de artilharia devem resultar graves inconvenientes para as funções e mesmo existência do farol; mas quando o uso e as vantagens deste devessem ser propostas às que se podem tirar do Forte como recurso bélico, seria necessário o restabelecimento das obras de terrapleno, e as reparações reclamadas pelo abandono em que parece estar, apesar de ser habitada pelo pessoal do serviço do farol.

Em seu interior possui a fortaleza quatro casas, sendo duas abobadadas contíguas à entrada e duas no solo do terrapleno, que são alojamentos das pessoas acima aludidas e dependências do serviço do farol: estas casas precisam de algumas reparações.” (op. cit., p. 56)

Novos reparos foram procedidos no forte em 1875, quando contava com nove peças em mau estado (SOUZA, 1885:92). Em 1888 um novo aparelho de luz foi encomendado na Europa para o Farol da Barra, inaugurado em 20 de agosto de 1890.
O século XX

Em 1903, novos reparos foram procedidos na estrutura do farol e nas casas dos faroleiros. Em 1906 o Ministério do Exército cedeu o edifício mais próximo ao Farol, no terrapleno, para servir de residência aos faroleiros, e em agosto do ano seguinte a Capitania dos Portos recebeu o montante necessário para consertos gerais e pintura externa e interna do farol e casa dos faroleiros, procedimentos repetidos em 1933, 1934 e1935 (PRADO, 1995). De propriedade da União, o Forte de Santo Antônio da Barra, Forte Grande ou Fortaleza da Barra, foi tombado pelo então Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1938.

Administrado pela Marinha do Brasil, após uma inspeção realizada pelo então Capitão-de-Mar-e-Guerra Max Justo Guedes, foram executadas, de junho de 1974 a 31 de março de 1975, obras de adaptação para a instalação da Seção do Museu Naval e Oceanográfico (Museu de Hidrografia, especializado em hidrografia e cartografia náutica) nas suas dependências. Novas obras para ampliação do Museu e restauro do forte e farol foram executadas em 1990, com o apoio da empresa AGA S/A e pessoal da guarnição do navio balizador Faroleiro Nascimento, da Marinha brasileira (PRADO, 1995), tendo sido homenageado com uma emissão filatélica da ECT da Série Faróis Brasileiros, emitido em 28 de setembro de 1995.


Referencias: https://patrimoniodesalvador.wordpress.com/tag/farol-da-barra/
Referencias: http://www.museunauticodabahia.org.br/omuseu/default.htm

BALAIO DE PUTAS

BALAIO DE PUTAS...
É o apelido dessa simpática charrete com pneus muito usada no interior do Paraná até a década de 1960, na região de Londrina, Maringá e outras.
Antes da chegada dos carros, essas charretes eram essenciais para se movimentar na cidade, que ainda tinha a maioria das ruas não pavimentadas.
No final dos anos 50, no entanto, os táxis (carros automotores) começaram a tomar seu lugar na cidade.
E as charretes começaram a perder espaço, mas ainda permaneceram circulando em outros locais do município, particularmente na Vila Matos, a velha zona do meretrício (Londrina).
Um ponto (parada) de charretes era ao lado do Posto de saúde, na segunda imagem.
Essas charretes levavam as prostitutas às compras às tardes, e às matinês dos cinemas, aos domingos, escandalizando as senhoras "de bem" da cidade. Isso rendeu ao veículo o popular apelido de "Balaio de Putas".
Na época das grandes fortunas do café, o apelido das charretes se estendeu ao aviões que traziam novas "meninas" de São Paulo para Londrina, "encomendadas" pelos novos ricos da cidade. Beijo do profe.



Posto de saúde e ponto das charretes ( Alameda Manoel Ribas), anos 1950 


Referncias: http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/maringa/nosso-baixo-meretricio-bdn9khjrqxjbv1e7pq0ga9phq
Referencias; http://londrinahistorica.blogspot.com.br/2011/06/o-ponto-das-charretes-da-alameda-manoel.html

Referencias: https://marciasiqueira1953.wordpress.com/2006/11/21/balaio-de-putas/

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

As catacumbas dos Capuchinhos de Palermo


As Catacumbas dos Capuchinhos de Palermo são criptas subterrâneas localizadas na cidade de Palermo, Sícilia, no sul da Itália. Atualmente, as catacumbas servem como atração turística, mas nos revela muito sobre o passado da época.

No Século XVI o cemitério do Monastério Capuchinho de Palermo esgotou sua capacidade de abrigar mortos, então, os monges começaram a escavar as tão famosas criptas subterrâneas.

 As catacumbas contêm cerca de 8000 cadáveres e 1252 múmias que decoram as paredes. Os corredores são divididos em categorias: Homens, mulheres, virgens, crianças, padres, monges e profissionais. Alguns são postos em poses; por exemplo, duas crianças estão sentadas juntas numa cadeira de balanço.

As catacumbas foram originalmente criadas para guardar o corpo dos frades, mas graças à sua popularidade crescente, nos séculos seguintes tornou-se símbolo de status ter seu lugar nas catacumbas dos capuchinhos.

As pessoas escolhiam até mesmo a roupa em que gostariam de ser embalsamadas e se gostariam que a família as mudassem de tempos em tempos. Os familiares dos mortos vinham rezar em seus nomes e, se necessário, deixar o corpo mais apresentável ao "público".

O lugar era mantido através de doações feitas pelas famílias dos falecidos. Enquanto o corpo estivesse lá dentro, a família deveria contribuir, e caso não o fizesse, o corpo era tirado de evidência e deixado de lado até que a contribuição fosse feita de novo.

Os enterros nas catacumbas foram oficialmente encerrados no ano de 1880, mas existiram funerais até a década de 1920.










Rosalia Lombardo, que morreu de pneumonia aos 2 anos de idade. Rosalia foi uma das últimas pessoas a ser "enterrada" nas catacumbas. Seus pais contrataram o melhor embalsamador da Sicília, Alfredo Salafia, para fazer o trabalho. 

O trabalho foi tão bem feito que quando descobriram o cadáver de Rosalia, confundiram com uma boneca de porcelana





Referencias: https://www.youtube.com/watch?v=q0OSQ8qQORg
http://descobrindoasicilia.com/2015/04/catacumbas-dos-capuchinhos-de-palermo/
https://www.terra.com.br/noticias/ciencia/morte-e-misticismo-se-unem-nas-catacumbas-das-8-mil-mumias-de-palermo,d854353f9c616410VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html
Imagens internet