Blog com imagens e a História das fortalezas coloniais e imperiais no Brasil, para que o leitor possa saber onde foram construídas e o motivo da construção dessas edificações de defesa nas terras brasileiras. Também encontrará fatos históricos diversos da história de nosso país e de outros mais.
sexta-feira, 24 de junho de 2016
quinta-feira, 23 de junho de 2016
BALLISTA ou BALISTA
BALLISTA ROMANA
A ballista era um tipo de artilharia anterior a pólvora, usada principalmente contra homens em formação. Era um grande arco montado em posição horizontal. Utilizava um guincho e uma catraca para criar a tensão do arco. Geralmente o projétil era uma grande lança de metal ou de madeira com a ponta de metal. Atirados contra uma massa de pessoas a distâncias de até 300 metros, as lanças podiam incapacitar diversos inimigos.
A principal função das balistas era derrubar cavalaria (mata-cavalos) e máquinas de cerco (ferramentas que ajudam num cerco à fortaleza, como trabucos, catapultas, aríetes, entre outros. As balistas funcionavam como bestas gigantes mas, diferentemente dos arcos, sua forma de tiro não era arcal (atirar ao alto para que a flecha/dardo/seta caia sobre o alvo) mas sim horizontal (disparo reto. Podia assim atingir o alvo com maior velocidade de impacto, infligindo maiores danos ao inimigo.
Para se armar a balista era necessário puxar a corda para trás usando a engrenagem. Como uma gigantesca besta, conforme a corda era tensionada colocava-se um dardo de cabeça metálica ou com ponta incendiária e então disparava.
Apesar de se tornar famosa junto as legiões romanas, a Balista foi usada por outros exércitos durante os tempos.
Fonte: NEWARK, Tim. História Ilustrada da Guerra. trad. Carlos Matos. São Paulo: Publifolha, 2011.
Fonte: JESTICE, Phyllis G. História das Guerras e Batalhas Medievais. O Desenvolvimento de Técnicas, Armas, Exército e Invenções de Guerra na Idade Média. trad. Milton Mira de Assumpção Filho. São Paulo: M. Books, 2012.
TRABUCO
Enquanto a pólvora não marcava presença na guerra, o terror voava pela física do gigantesco trabuco. Descendente milenar de instrumentos como a catapulta, o engenho se mostrou decisivo em operações de cerco e não apenas com arremessos de rochas e vasos incendiários, mas também de prisioneiros e cadáveres infectados por doenças. Não raramente, tornavam-se as queridinhas dos comandantes, como Ricardo Coração de Leão, que, carinhosa e ironicamente, apelidou duas de Mal Vizinho e Catapulta de Deus. É uma arma de cerco, que ficou famosa ao ser empregada na Idade Média com a finalidade de esmagar os muros de alvenaria.
REFERÊNCIAS:JESTICE, PHYLLIS G. HISTÓRIA DAS GUERRAS E BATALHAS MEDIEVAIS. O DESENVOLVIMENTO DE TÉCNICAS, ARMAS, EXÉRCITO E INVENÇÕES DE GUERRA NA IDADE MÉDIA.
FORTALEZA DE SÃO JOSÉ DO MACAPÁ - AP
A Fortaleza de São José de Macapá foi construída pelos portugueses no século XVIII com o objetivo de resguardar a Foz do Rio Amazonas e a porção norte de seu território brasileiro da invasão por outras nações europeias e garantir o domínio da região. A execução da obra levou quase vinte anos, foi autorizada pelo Rei D. José I e projetada pelo engenheiro Henrique Antônio Galúcio, sendo inaugurada em 1782. Participaram da construção oficiais e soldados, além de trabalhadores, escravos indígenas e africanos.
Do ponto de vista da engenharia militar, trata-se de uma fortaleza complexa e de grandes dimensões. Vista de cima, a Fortaleza de São José de Macapá tem formato parecido com o de uma estrela, pontuado por seus baluartes. Por sua magnitude, excepcional valor histórico e características arquitetônicas, foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1950, sendo inscrita no Livro do Tombo Histórico.
Durante os anos de 1997 a 2006, o monumento passou por um processo de revitalização. Em 2008 foi reconhecida como um museu pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), passando a ser denominada como Museu Fortaleza de São José de Macapá e hoje é considerada a principal referencia visual e simbólica da capital amapaense, representando um dos maiores atrativos turísticos do Estado do Amapá.
Fonte: http://fortalezas.org/
Fonte: http://www.amapadigital.net/cotidiano_amapa_view.php?ID=122747
fonte: http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/1132
Imagens: internet
O desenho da fortaleza está na bandeira do estado
Macapá - 1761 'PLANTA Da Villa de S. Jozé do Macapa tirada por Ordem do Ill.mo e Ex.mo Sñr. Manoel Bernardo de Mello de Castro Gov.or e Capp.am General do Estado do Para & c. em o Anno de 1761 pello Capitão Eng.ro Gaspar Joaõ de Gronfelde'
Imagens do interior da fortaleza da década de 1950
Rampa de acesso as baterias
Capela de São José
Na década de 1940, um navio naufragou e, para marcar o local, construíram o atual bloco de concreto chamado “Pedra do Guindaste”, que tem sobre ela a imagem de São José, padroeiro
quinta-feira, 9 de junho de 2016
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