Blog com imagens e a História das fortalezas coloniais e imperiais no Brasil, para que o leitor possa saber onde foram construídas e o motivo da construção dessas edificações de defesa nas terras brasileiras. Também encontrará fatos históricos diversos da história de nosso país e de outros mais.
quinta-feira, 6 de junho de 2019
DIA D 06 de junho de 1944
06 de junho de 1944 - Dia D
A Batalha da Normandia foi de grande importância para as Forças Aliadas, marcando o início da vitória sobre os nazistas. Oficialmente chamada de Operação Overlord, teve início com o desembarque dos Aliados nas praias da região da Normandia, na França, em 6 de junho de 1944, evento que ficou conhecido como “Dia D”. Nesse dia, mais de 1 milhão de soldados entraram no território francês ocupado pelos nazistas em um ataque anfíbio, isto é, utilizando tanto bombardeios navais quanto aéreos, além de paraquedistas. Começava a libertação da Europa.
domingo, 2 de junho de 2019
Casa do Caralho
"Caralho" ou"Casa do Caralho" que é o nome correto, nada mais é do que o local onde os marinheiros ficavam observando o mar a procura de terra, ao avistarem terra gritavam Terra a Vista. Quando alguém cometia alguma infração ou tinha mal comportamento a bordo, era mandado pra Casa do Caralho. Por ser um local muito pequeno, direto no sol, o sujeito ficava no alto por horas ou até dias, ninguém queria ser mandado pra Casa do Caralho. Na imagem temos duas casas do Caralho. Com o tempo foi sendo usado para mandar alguém se ferrar, mandar pra Casa do Caralho o fulano.
sábado, 1 de junho de 2019
CONFISCO DE POUPANÇAS 1993
Há 26 anos era anunciado o confisco do dinheiro depositado nas cadernetas de poupança. A medida fazia parte do pacote econômico editado pelo presidente Fernando Collor de Mello no dia seguinte de sua posse.
Foi decretado feriado bancário de três dias. O clima era de perplexidade. Ninguém esperava por medidas tão radicais, sobretudo o bloqueio do dinheiro.
Quando os bancos voltaram a funcionar, a população fazia fila nas portas das agências, que não tinham dinheiro disponível para cobrir os saques dos clientes. Como consequência, as vendas no comércio caíram drasticamente.
Os saques nas cadernetas ou na conta-corrente foram limitados a 50 mil cruzados novos. O pacote determinava o bloqueio por 18 meses com correção e juros de seis por cento ao ano.
O chamado Plano Collor Um foi elaborado pela equipe chefiada pela ministra da Economia, Zélia Cardoso de Mello, que incluía o secretário do Planejamento, Antônio Kandir, o e presidente do Banco Central, Ibrahim Eris. Eles previram um congelamento de recurso equivalente a 30% do Produto Interno Bruto.
Esse era o quarto plano econômico que os brasileiros enfrentavam em cinco anos. Os anteriores ocorreram no governo José Sarney, como o plano Cruzado de 1986, o Bresser, de 87 e o Verão, de 89. Todos fracassaram na tentativa de controlar a inflação.
Antes do Plano Collor Um o país estava mergulhado na hiperinflação. Os supermercados remarcavam os preços até de madrugada. O valor dos produtos quase dobrava de um mês para o outro.
Entre as medidas contidas no pacote, estavam um novo controle de preços e de salários, e aumento das tarifas de energia elétrica, telefone e transportes urbanos. O plano também extinguiu empresas estatais como a Portobras, a Siderbrás, a EBTU e a Embrafilme.
Foi determinado ainda um forte ajuste fiscal, com aumento da tributação, fim de incentivos e subsídios, além da demissão de cerca de cem mil servidores públicos.
O arrocho da política econômica mergulhou o país numa recessão histórica e o presidente Collor teve que rever as medidas com a liberação do dinheiro retido nos bancos; e a inflação voltou a explodir.
A economia brasileira só seria estabilizada em 1994 com o lançamento do Plano Real. O Plano Collor foi esquecido mas o confisco da poupança está até hoje na memória dos brasileiros.
Texto do site
https://exame.abril.com.br/…/confisco-da-poupanca-do-coll…/…ATENTADO A BOMBA EM WALL STREET - 1920
Devido a sua política intervencionista militarista em quase todo o globo, já algum tempo que os Estados Unidos
são alvo de ataques terroristas.
Um dos primeiros ataques no país ocorreu em 1920, em um dos
maiores símbolos do capitalismo norte americano: o centro de Wall Street, por volta da hora
do almoço de 16 de de setembro de 1920, um homem passou pela rua guiando uma carroça,
ele parou a carroça na frente de um prédio oficial na famosa rua do distrito financeiro, descarregou uma
grande carga e sumiu na multidão.
Em alguns minutos, o pacote explodiu, matando 30 pessoas na hora (mais 8 posteriormente pelos ferimentos), e
ferindo mais de 300.
Por se tratar do primeiro episódio do gênero, ninguém usou
a palavra terrorismo para descrever o que aconteceu.
Em sua pressa de reabrir a bolsa de valores de Nova York no dia seguinte á explosão, autoridades municipais eliminaram evidencias que poderiam ter levado a identificação dos criminosos.
As provas do crime
foram destruídas pelas equipes de limpeza de Nova York, e o culpado nunca foi descoberto.
Ninguém assumiu a autoria do atentado.
Teorias foram levantadas culpando grupos Anarquistas italianos, comunistas bolcheviques e imigrantes em geral.
Fonte: https://www.fbi.gov/history/famous-cases/wall-street-bombing-1920
Fonte:https://www.washingtonpost.com/news/retropolis/wp/2018/03/20/a-century-before-austins-explosions-a-deadly-wall-street-bombing-was-never-solved/?utm_term=.187413e6becf
Fonte: http://www.slate.com/blogs/atlas_obscura/2014/09/16/the_1920_wall_st_bombing_a_terrorist_attack_on_new_york.html
Imagens: Internet
Imagens: Internet
sexta-feira, 31 de maio de 2019
sexta-feira, 24 de maio de 2019
A REVOLTA DE CARRANCAS 1833
A Revolta de Carrancas teve início no dia 13 de maio de 1833 nas propriedades da família Junqueira, localizadas ao Sul de Minas Gerais. A revolta começou na Fazenda Campo Alegre, de Gabriel Francisco Junqueira, que era um dos principais políticos da Facção Liberal Moderada e eleito deputado em 1831.
Na parte da manhã, os escravos já haviam tirado o leite e alimentado os animais, como bois vacas e cavalos. E a partir do meio-dia estavam trabalhando na roça, cuidando das plantações de milho, feijão, arroz, etc. Aquela tarde de 1833 seria fatídica e histórica.O local estava sob os cuidados do filho do deputado, Gabriel Francisco de Andrade Junqueira, que na ausência do pai tomava conta dos negócios da fazenda. Ao meio-dia, como de costume, ele foi até a roça para supervisionar o trabalho dos cativos. Pediu para um escravo arriar o seu cavalo e saiu em direção à roça. Ao chegar lá não notou nada de estranho, porém a normalidade era apenas ilusória. Ainda montado em seu cavalo, ele foi surpreendido pelos escravos, liderados por Ventura Mina, que mataram-no com várias porretadas na cabeça.
Gabriel nesse momento era juiz de paz do distrito de São Tomé das Letras. Os escravos não atacaram a sede da fazenda Campo Alegre porque o terreiro da casa-grande estava fortalecido por capitães do mato. O grupo, então, se dirigiu à Fazenda Bela Cruz e se uniu a outros escravos daquela propriedade e assassinaram vários integrantes da família de José Francisco Junqueira, irmão do deputado, inclusive três crianças. O momento mais grave da revolta teve como palco a Fazenda Bela Cruz. Os escravos invadiram a propriedade e investiram diretamente contra José Francisco Junqueira e sua esposa Antônia Maria de Jesus, que se refugiaram em um quarto, mas não conseguiram escapar. O vassalo Antônio Retireiro pegou um machado na senzala e o entregou a Manoel das Vacas, que ficou tentando arrombar a porta enquanto Antônio voltou a senzala para buscar um revólver carregado. Após arrombarem a porta do cômodo, Antônio disparou no rosto de José Francisco Junqueira. Além disso, todos os outros presentes no quarto foram massacrados, como a mulher, filhas e netas de José Ana Cândida Costa, viúva de José Francisco Junqueira, foi a próxima vítima. Ela foi assassinada a golpes de foice no quintal da fazenda pelos escravos Sebastião, Pedro Congo, Manoel Joaquim e Bernardo. Ana foi encontrada em um estado deplorável, seu rosto estava desfigurado e sua cabeça não estava unida ao corpo. Além dela, mais três crianças também foram mortas com requintes de crueldade.
Uma das testemunhas interrogadas sobre o caso, Raimundo José Rodrigues, afirma que mesmo depois de mortos as vítimas foram castradas e tiveram as mãos machucadas com pedras. Os escravos rebeldes de Carrancas após serem capturados foram punidos. Dezesseis foram condenados à pena de morte por enforcamento e executados em praça pública. Alguns foram condenados como cabeça da revolução, de acordo com o Artigo 113 do Código Criminal que determinava pena de morte para crimes assim. Outros foram punidos pelo crime de homicídio qualificado, segundo o Artigo 192 do mesmo código.
domingo, 7 de abril de 2019
CABEÇAS COMO TROFÉU
Se trata de um inimigo, e cortar-lhe a cabeça para em seguida a exibir publicamente é um sinal de vitória, uma das formas de dissuadir outros futuros confrontos, e uma mostra de poder e força do guerreiro. São crânios do século III, A.c, Idade do Ferro, encontrados na região Ibérica, e estão com um prego atravessado, era a maneira de fixar o crânio em um local onde seja visto por todos.
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