quarta-feira, 20 de março de 2019

INUIT OU ESQUIMÓ

Um Inuit (esquimó como conhecemos) saindo com seu caiaque para caçar focas. O termo “esquimó” é pejorativo – significaria “comedor de carne crua”. Foto de 1900.



ÔNIBUS ZEPELIM (1940 a 1955)

Entre a década de 1940 e o final da década de 1950, no Brasil, surgiu um novo tipo de ônibus, o Ônibus Zepelim. Eram fabricados artesanalmente em oficinas de Belém, os primeiros ônibus-dirigíveis tinham faróis nos para-lamas, somente uma porta e as janelas não tinham vidros, apenas as cortinas..Esses ônibus rodaram em Manaus, São Luis do Maranhão, e Belém.Os primeiros começara a rodar em 1948, tinham estrutura de madeira revestida com chapas de aço sobre chassis de caminhão.A empresa Viação Sul Americana, fundada em 1950, comprou cinco veículos, e, em meados da mesma década, transferiu os ônibus para São Luís, no Maranhão.Em 1955, uma empresa de ônibus de Manaus encomendava em Belém cinco ônibus-zepelins, os veículos eram maiores, com 17 janelas, todas com vidro de correr, e podiam transportar em torno de 70 pessoas sentadas. 

Imagens: internet, revista life, arquivo público.Diário do transporte, https://fauufpa.org,https://carrosantigos.wordpress.com/…/viacao-triunfo-e-os-…/








quarta-feira, 6 de março de 2019

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

DIA DO FICO - 09 DE JANEIRO DE 1822



A chegada da Família Real Portuguesa, em 1808, e sua permanência no Rio de Janeiro trouxeram inúmeras consequências políticas e econômicas para o Brasil, dentre as quais devemos a elevação do país à categoria de Reino Unido, em 1815. Com a Revolução do Porto, em 1820, as elites políticas de Lisboa adotaram uma nova Constituição e D. João VI foi obrigado a voltar a Portugal para não perder o trono, deixando D. Pedro, na condição de príncipe regente.

As cortes de Lisboa, porém, não aprovavam as medidas tomadas por D. Pedro. Queriam recolonizar o Brasil e passaram a pressionar o príncipe para que também retornasse a Lisboa, deixando o governo do país entregue a uma junta submissa aos portugueses. No chamado Dia do Fico, D. Pedro decide desobedecer Portugal e continuar a governar, causando uma ruptura nas relações entre os dois países.

A reação dos políticos brasileiros foi entregar ao regente uma lista com 8 mil assinaturas solicitando a sua permanência no Brasil. A resposta de D. Pedro foi a célebre frase: “Como é para o bem de todos e felicidade geral da nação, estou pronto: diga ao povo que fico”. Ela marca a adesão do príncipe regente ao Brasil e à causa brasileira, que vai desembocar na independência em setembro de 1822.

Imagem da Internete
Texto do blog causa operária

sábado, 10 de novembro de 2018

SABIÁ & TICO TICO

Foto com general brasileiro no front de guerra paraguaio com dois meninos  paraguaios órfãos, mascotes do exército apelidados de  Sabiá e Tico-tico.

 Fonte:   Pedro e Bia Correa do Lago, Coleção Princesa Isabel, fotografias do século XIX.
Editora: Capivara; Edição: 1ª (2008)

sábado, 27 de outubro de 2018

FORTE SÃO JOÃO - VITÓRIA ES

FORTE SÃO JOÃO, VITÓRIA, ES

Em minha estadia em Vitória, ES, tive a oportunidade de conhecer o Forte São João, que fica em frente ao Morro do Penedo, o forte hoje é pertencente a prefeitura da cidade. A primeira impressão é de abandono, o mato e as árvores cresceram por cima dos muros e canhões. Mas eu soube que o Sesc vai revitalizar o local. Construído em 1726 pelos portugueses, com forma de meio hexágono irregular, em uma ponta da ilha de Santo Antonio ( atual Vitória). Inicialmente armado com com 11 peças (canhões), e em 1841 contava com 10 peças de diferentes calibres. Já em 1847 seu armamento foi foi aumentado para 25 peças. É possível ver também uma estátua do índio Araribóia no interior do pátio do forte. Atualmente está fechado ao público.








ESTÁTUA




 


sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Quagga (já extinto)



O quagga era uma subespécie da zebra de planície que vivia em manadas, na África do Sul. Pesava aproximadamente 350 kg, com mais ou menos 1,30 metros de altura.

Possuía comportamento dócil, e diferia-se da zebra pela ausência de listras na região traseira, barriga e patas, apresentando nestes locais coloração que variava entre o branco e o marrom.

Foi extinto da natureza no século dezenove. A grande procura pela sua carne e pele pelos colonos Boer, resultando na sua caça indiscriminada; e um plano de extermínio de animais selvagens, a fim de garantir espaço e alimento para bovinos, foram os fatores cruciais para seu fim.