sábado, 21 de outubro de 2017

CERIMONIA DE LIMPEZA DE CORPOS - INDONÉSIA

Os indonésios da região de Sulawesi do Sul, na Indonésia, mostram uma dedicação incomum com seus antepassados, em um ritual assustador que beira o macabro. Eles desenterram os mortos, os limpam e dão um passeio com eles, como se tudo estivesse normal.  O ritual é praticado principalmente nas aldeias de Toraja e é chamado de "Cerimônia de Limpeza de Corpos", praticado no mês de agosto.  Ele consiste em desenterrar os mortos, limpá-los para ficarem apresentáveis e vesti-los com roupas novas.

Após mudarem a aparência, é hora do passeio: os habitantes locais levam os mortos do cemitério onde estão enterrados para a casa onde nasceram. Os caixões onde eles estavam enterrados também são restaurados para serem utilizados novamente.  Caso estejam muito velhos, os familiares compram um novo. 

Na vila, geralmente eles enterram os corpos em grandes pavimentos cimentados ou em cavernas locais, para preservarem os corpos o máximo possível. A origem do ritual está pavimentada na crença de que o espírito dos mortos deve retornar ao local onde nasceram. Nos vilarejos de Toraja, os rituais da morte são tão importantes quanto nascimentos e casamentos

Pessoas aguardam ansiosas para "rever" seus parentes e ajudar nos rituais de passagem das crenças deles. Os rituais hoje não são tão populares, mas ainda reúnem muitas pessoas.

Os habitantes do local reúnem dinheiro o ano inteiro para satisfazerem os mortos. Ao final do dia, os defuntos voltam para os caixões por mais um ano.

 









 Imagens: internet

Texto: R7


quinta-feira, 19 de outubro de 2017

CABANADA OU GUERRA DOS CABANOS ( 1832 A 1835)

A guerra dos Cabanos foi um movimento essencialmente rural. Os cabanos eram pequenos proprietários, trabalhadores do campo, índios, escravos e, no início, alguns senhores de engenho. Lutaram em nome da religião, pelo retorno do Imperador. Dessa forma, camadas pobres da população rural expressavam suas queixas contra mudanças que não entendiam e eram distantes de seu mundo. Os cabanos contavam com o apoio de comerciantes portugueses do Recife e de políticos restauracionistas na capital do Império’’. (Boris Fausto – ‘’História do Brasil’’, adaptado).

 




sábado, 14 de outubro de 2017

TUMBA DE TUTANKAMON


No dia 4 de novembro de 1922, o arqueólogo e egiptólogo inglês Howard Carter descobriu a tumba de Tutancâmon (Tut-Anj-Amón), no vale dos Reis, em frente a Luxor, no Egito. Esta foi a tumba faraônica mais bem conservada e intacta já encontrada no Vale dos Reis. No dia 16 de fevereiro de 1923, Carter abriu a câmara e foi o primeiro a ver o sarcófago de Tutancâmon. Depois de catalogar este grande achado, Carter deixou a arqueologia para se dedicar à atividade de colecionador. Tutancâmon pertencia à dinastia XVIII do Egito que ficou no poder entre 1336/5 e 1327/5 A.C.. Ele não foi um faraó notável ou conhecido na Antiguidade. O tamanho relativamente pequeno de sua tumba (KV62) foi o motivo pelo qual ela não fora descoberta até o século XX, quando Carter a encontrou intacta. Sua descoberta e os tesouros achados ganharam atenção da imprensa mundial e serviram para renovar o interesse do público no Egito Antigo. Ao final, a máscara funerária de Tutancâmon se transformou na imagem de faraó mais popular nos tempos modernos.


 





 

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

PÓ DE MÚMIA


Pote para armazenar “Pó de Múmia” pertencente à coleção do Museu Hamburg, Alemanha. A ideia da antiguidade egípcia como uma época mística e cheia de mistérios levou muitos europeus a adotarem costumes que hoje para nós são incomuns. Dentre eles está o uso do afamado “Pó de Múmia”, que se tratava de pedaços de pele ou músculo de cadáveres humanos mumificados que eram triturados e vendidos por boticários como produtos curativos. O “Pó de Múmia” poderia ser consumido de duas formas: através do seu consumo oral (misturados aos alimentos) ou passado sobre a pele.




Imagens disponíveis em :
 http://en.wikipedia.org/wiki/File:Albarello_MUMIA_18Jh.jpg
http://pollenblick.wordpress.com/tag/antihistaminka

sábado, 7 de outubro de 2017

MÁSCARA DA VERGONHA SÉ XVII a XVIII

As máscaras da vergonha eram usadas como punição na Alemanha durante os séculos XVII e XVIII. O mais curioso – além do visual das máscaras – era que as pessoas eram obrigadas a usá-las quando violavam alguma convenção social, como fofocar ou contar piadas sujas. Além de torturar com peso do artefato, o objetivo do castigo era humilhar ao máximo o infrator.

Por esse motivo, as máscaras costumavam indicar o “erro” que a pessoa havia cometido. As orelhas alongadas sugeriam uma pessoa burra, uma língua comprida servia para entregar um fofoqueiro e o focinho de porco sinalizava que a pessoa era suja. Algumas máscaras chegavam até mesmo a fazer barulho conforme a pessoa respirava apenas para chamar a atenção de outros ou possuíam uma barra de ferro que prensava a língua e causava desconforto ao infrator.


texto de Suely  Moraes - Historiadora
Localização: Medieval Crime Museum (Mittelalterliches Kriminalmuseum)

 

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

PALÁCIO DA ALVORADA

Ao fundo o que é hoje o Palácio da Alvorada, ainda em construção por volta de 1956 ou 1958. Famílias inteiras mudaram para o futuro DF para construir em velocidade acelerada a nova capital. Como disse Juscelino Kubitschek com seu Plano de Metas, 50 anos em 5.